“Eu quero a sorte de um amor tranqüilo”
Alguém com quem se possa repartir segredos, e pra quem não se deva tê-los; Eu quero alguém de cujo o sorriso faça com que o mundo não tenha importância, que ame tão solenemente quanto será amado. Anelo a simplicidade de um olhar orgulhoso, a segurança de um abraço, sentir a essência do “pra sempre” na unicidade de cada instante. Eu busco o cuidado proveniente do amor, quero as ondas curtas do meu carinho inundando o espaço, ou apenas preenchendo o vazio de um coração. Procuro pela leveza de um gesto, que se contraste com a firmeza das palavras e com a força sobre-humana de um sentimento. Anseio pelo fim desses dias desertos, creio na promessa e nesta tenho esperado desde sempre; Senão por ela eu nada seria..... E eis que quando se cumprir o que foi escrito, tais divagações não serão apenas devaneios, mas, povoarão os capítulos de uma história que há de ser eterna e inesquecível.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Três do Doze
Boa tarde amigos, em meio ao mormaço inclemente que se faz presente cá onde me encontro, Quero compartilhar com vocês uma notícia curiosa que acabo de saber. Hoje 03 de dezembro, “comemora-se” (Com muita alegria) O dia da pessoa com deficiência. Então, Celebremos! Celebremos a utilidade desta data; Os cadeirantes que O metrô, os estabelecimentos comerciais e pedestres ignoram. Saudemos aqueles que portam qualquer tipo de limitação intelectual e são chacoteados e subestimados pelos ditos normais. E por que não dizer, saudemos os cegos! Estes que andam literalmente a perigo sobre buracalçadas e sob as placas e toldos e lixeiras dos reis da terra. Há meus queridos, dêem-me o que fazer! Esses infelizes nos tratam a todos como aberrações da natureza, seres subnormais a beira do caminho em busca das migalhas de acessibilidade que fazem o favor de nos dar e querem que eu me alegre com uma data, que nada mais é que uma data? A vocês, meus caros leitores, lhes peço que não me tomem por insensata, mas, um dia no calendário não muda a difícil realidade de quem possui uma limitação numa sociedade desinformada que não enxerga nada além de si mesma E caminha a passos trôpegos rumo a uma inclusão social que ninguém vê na prática.
É claro, a exceção faz a regra e o que realmente me alegra citar, é que no meio desse turbilhão, existem seres humanos de uma dignidade sem tamanho, que não medem esforços para que o mundo de quem não vê, não ouve, não fala, não anda seja prazeroso tal qual o mundo de quem pode tudo isso. Pessoas que ao invés de denegrir, ignorar ou banalizar, Abraçam a causa da maneira mais pessoal que podem e buscam soluções concretas para problemas reais. A estes, o meu respeito e em nome de todos nós, muito obrigada.
É claro, a exceção faz a regra e o que realmente me alegra citar, é que no meio desse turbilhão, existem seres humanos de uma dignidade sem tamanho, que não medem esforços para que o mundo de quem não vê, não ouve, não fala, não anda seja prazeroso tal qual o mundo de quem pode tudo isso. Pessoas que ao invés de denegrir, ignorar ou banalizar, Abraçam a causa da maneira mais pessoal que podem e buscam soluções concretas para problemas reais. A estes, o meu respeito e em nome de todos nós, muito obrigada.
Contra-senso
Você sorri e me observa
E frente aos outros me ama.
E quando a sós me repele,
Muito a paixão me inflama.
Você se faz condenado,
Ante o meu dissabor.
E quando enfim perdoado,
Me ignora o amor....
Você me ama em canções
E no quão hábil eu sou.
E eu, no menor dos teus gestos,
Sem perceber, mais me dôo.
Eu te olho com a alma
E quase me falta a fala...
Você me olha com os olhos
E retraído se cala.
Eis o incontido apreço,
Que minha alma atormenta.
É este o que o teu desprezo,
Dia após dia alimenta...
E frente aos outros me ama.
E quando a sós me repele,
Muito a paixão me inflama.
Você se faz condenado,
Ante o meu dissabor.
E quando enfim perdoado,
Me ignora o amor....
Você me ama em canções
E no quão hábil eu sou.
E eu, no menor dos teus gestos,
Sem perceber, mais me dôo.
Eu te olho com a alma
E quase me falta a fala...
Você me olha com os olhos
E retraído se cala.
Eis o incontido apreço,
Que minha alma atormenta.
É este o que o teu desprezo,
Dia após dia alimenta...
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