sábado, 24 de julho de 2010

Marcas & Pics

“É”... Bem-vindos!
Revirando meu arquivo de fotos com alguém importante, percebi que fotos são mais do que as faces e cenas que reproduzem. E mesmo que eu ainda não as possa olhar, sei exatamente onde estão, e mais que isso, sei o que guardam.
Retratos são as mais fiéis testemunhas dos meus bons momentos; Registram minha alegria, geralmente pela presença da pessoa ao lado. A inexpressão nas fotos em que apareço só, Tom explica: “é impossível ser feliz sozinho”...
Costumo dizer que minha vida assemelha-se a um terminal rodoviário, por onde pessoas passam todos os dias; Umas chegam de mala pra dentro de mim, outras, no entanto, partem levando com sigo o melhor que eu pude dar.
“Mande notícias do mundo de lá, diz quem fica”; E não é que as tais vêm mesmo! “Achei meu lugar ao sol! Valeu Trampolim”.
Como não é costume das pessoas instalarem-se de fato numa rodoviária, antes, é nada além de um lugar aonde se vai circunstancialmente, observo as idas e vindas de gente no meu mundo! Gente que mete o pé na porta, retém o necessário e sai de assalto deixando a casa varrida e a porta entre aberta, Sujeita a todos os perigos de uma nova invasão.
Minha vida é instável e minha identidade incerta, qual o meu sotaque. Eu sou o céu que acolhe e acalma, e num piscar de olhos sou o inferno que repele; Anjo e demônio ao mesmo tempo...
E como tudo que vai, deixa as fotos, elas são exatamente o que resta, do que fui e representei; Do que sorri e senti, que algum dia me hão de trazer aos olhos, momentos que nunca me deixarão a memória.
Mais nítidas que as fotos, porém, são as marcas, do riso e da dor: No meu peito, no meu rosto, nos meus cabelos, na minha vida.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

No geral

“A vida tem dessas coisas”.... Bem-vindos!
Cá entre nós, vale tudo pra conseguir o que se quer! Tudo o que não deforme sua cara nem magoe seus pais. A vida está aí, linda e louca desfilando na passarela desse universo jocoso e cálido; Se não for pra ser, realizar e acontecer, Então pra quê? Amanhecer 365 vezes anuais só pela subsistência, não parece excitante; Nascer, crescer e morrer num lugar só, tão pouco. Não, mãe; Guarde a bolha! Não quero passar por aqui a me esconder de tudo o que me ofereça algum perigo; Quando crianças damos com a bengala na cabeça do cachorro sem temer que ele nos morda, por que depois da maturidade pensamos n vezes antes de tomar outra via na busca pela felicidade?
Estou tentando vencer a timidez; Que me deu de brinde uma perda desnecessária, mostrando que não está brincando de me vetar. Estou farta de dar moral a quem só rasga o meu cartaz, a tecladista boazinha, o quebra galho de uns e outros por aí.
É tempo de arrancar as raízes de uma terra estéril e fixá-las num solo fértil; De aprender com veteranos e caminhar a passos sábios; A final mais vale uma marcha precisa que um vôo cego....
Em suma, tenho trilhado alguns caminhos que hão tornado minha vida pessoal tediosa e chata, e óbvio, não quero isso; trazendo de volta a adrenalina e o espírito disposto de 2004, e que meu êxito profissional se estenda aos outros cunhos do meu existir. Novos meios para fins antigos....

sábado, 10 de julho de 2010

Free

Bem-vindos...
Consultando meu rol de defeitos, deparei-me a uma antiga virtude! Meio perdida e sufocada por minha auto-cobrança constante, tratada e envelhecida pelo tempo, lá estava ela, minha paixão pela liberdade.Há quase dez anos atrás comecei a cultivá-la; E vendo-a distante, depois de muito errar tentando acertar, finalmente consegui. Arrebentei as amarras do meu espírito, literalmente afoguei meu inferno astral e renasci.
Foi ótimo, cada dia tinha um feeling diferente, havia harmonia em mim entre o prazer e o impossível; Estava livre, enfim.
Afortunadamente, a essência da conquista não se perdeu; no entanto, a composição das vitaminas que a alimentavam foi externamente manipulada de modo vil; Logo, repetidas doses do mesmo composto já não fazem o mesmo efeito...
Desenrolando: Todas às vezes que eu ponho fé em algo, deixo minha zona de conforto; Visito meus alvos em seu habitat, às vezes os trago comigo, outras não, e em algumas, constato que simplesmente não vale o bode e abstraio.
Mais uma vez a vida me apresenta um objetivo por trás da muralha; Quero suspender a vitamina manipulada que me empurram goela a baixo, que engorda mas não sustenta; O problema é que meu organismo acostumou-se, de modo que trocar o remédio agora causaria alguns efeitos colaterais; Mesmo temendo a tal muralha, vou berrar até ruí-la, vai valer a pena mudar.
É oficial, Estou me remoldando, ou apenas, Voltando pra casa.

P.S: Ao persistirem os sintomas um médico deverá ser consultado

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Soundtrack

Gente, oi, Bem-vindos!
Eu nunca vou saber quantificar o poder que a música detém sobre mim; Ela está presente sem que eu a precise buscar, como se me procurasse.
Meus mestres sempre dizem: Se não puder ser uma boa musicista, seja pelo menos uma boa ouvinte, Eu sigo isso a risca! Sou extremamente criteriosa com o que ouvir, embora às vezes não possa evitar a contaminação por alguma áudio-lumbriga mal berrada; Quando isso ocorre, me obrigo a algumas seções de purificação; Para tanto, existem alguns discos que limpam mais que água e sabão, fico feliz em tê-los aqui... Vamos a algumas dicas:
“Qualquer canção”, letras de Chico Buarque na voz de Carlos Fernando e cordas audazes de Toninho Horta. Desta mesma discografia, destaco um outro título: “Novelho Novo”, do Reggae ao Jazz, eclético e bem produzido. “Sinatra em Jobim”, trás obras do compositor brasileiro com letras em inglês, na singela voz de mister Frank. “Live in Japan”, meu respeito a este Concerto singular de The Carpenters, Arranjos magníficos de Richard Carpenter e o vocal de Karen... “De vento em popa”, de Vencedores por Cristo, cuja faixa homônima é considerada pela crítica um divisor de águas na música Cristã nacional.
Todos estes títulos que eu citei não vieram do nada, antes foram fruto de trabalho árduo e dedicação, como tudo o que é feito pra ser bom.
A quem interessar possa, a título de estudo, sugiro que consulte alguns registros de música brasileira instrumental do início do século; FEITOS por um sujeito chamado Fred Figner “PRA CASA EDISON DO RIO DE JANEIRO, RUA DO OUVIDOR 107” como eles costumavam berrar no início das canções; Além dos ruídos da gravação mecânica, nota-se que as instalações precárias e os meios rudimentares de captação sonora da época, foram muito melhor utilizados que a enorme gama de tecnologias de que dispomos hoje, que pra mais nada serve, a não ser lançar no mercado fonográfico indivíduos sem outra possibilidade de ascendência social.
Música não é barulho, é dom, é arte; Tal qual fiz aqui, espero trabalhar e me dedicar o suficiente para merecer que meu disco seja tido por algum de vocês como referencial; senão didático, que lhes seja pelo menos sinônimo de boa música.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Na estrada

“Depois de ontem as idéias estão a toda”... Bem-vindos.
Há 90 minutos da instigante São Paulo, no sudoeste do estado fica a Célebre Tatuí. Com cerca de duzentas mil cabeças, tem a economia concentrada em cerâmica e música.
Pronto, resumi em duas linhas a urbe onde eu moro. Difícil vai ser delinear minha interação com... Ela. Esta é uma terra simples, de um povo simples; O que fez com que o tamanho da cidade não me assustasse mesmo tendo vindo de um lugar com quarenta mil habitantes, que coincidentemente chama-se Bambuí, ou carinhosamente, Bãobuí. Aqui não tem shoping, nem praça de alimentação, também não tem um canal de TV; Acho que isso é bom né? Torna-nos mais saudáveis, menos fúteis e bastante conformados pra não voar pra lugar nenhum, o que explicaria a ausência de um aeroporto. Embora eu não seja ultra moderna, toda essa “capialidade” me torna um ser estranho e deslocado que mal consegue manter uma conversa a três; Eu sempre acabo muda a observar o Ê do Sul e o R texano incutidos no sotaque destes pagos...
Tatuianos dão extrema valia à comunicação verbal, eis a razão do monopólio da imprensa radiofônica e dos MUITOS que não lêem nem escrevem, mas, o clima é ótimo.
Falando sério, há algo que me deslumbra aqui; Que talvez eu não ache em outro lugar, e do qual eu nunca vou esquecer: O fácil acesso à boa música; Em razão do bom e velho “Conserva” temos a chance de apreciar shows e concertos incríveis a míseros dez Reais, e o novíssimo tecnólogo em Produção Fonográfica, que é único no país, e há de favorecer aqueles que verdadeiramente amam e acreditam na música.
Questão chave: Porque estamos falando disso? Uma das muitas coisas que aprendi com meus pais é nunca ter medo de recomeçar; Recomeçar é ser capaz de sonhar, e ir buscar o que se quer onde for necessário; É não temer o desconhecido, confiar em Deus e em si mesmo a ponto de deixar o bom, em busca do melhor. Foi o que eu fiz, foi o que eles fizeram; Não fosse isso eu não teria a chance de contemplar meu próprio mundo mais de perto.
Há ainda muita estrada a percorrer, Não vou ficar aqui pra sempre e não sei pra onde vou; Mas, uma coisa é certa: Vou estar onde estiver meu próximo sonho.

terça-feira, 6 de julho de 2010

O gato comeu

Fala povo!
Atendendo ao clamor súbito de uma amiga em desespero, vou contar-lhes seu triste caso e propor uma reflexão.
É simples: O namorado dela sumiu! Creiam-me, o “garoto” com quem a referida se relaciona há quase 2 meses desapareceu. Ele é um tipo coroa inteligente (UI), pouco mais velho que ela, aliás, não tão pouco assim, eles se conheceram virtualmente e se apaixonaram; Estava indo tudo a mil, 10:00 horas de celular por dia e eu quase podia ver a radioatividade emanando das orelhas da coitada, até que, entre um acorde e outro da sinfonia consonante que os 2 vinham compondo ao longo da vida, ele lhe dissera que precisava viajar, e assim se deu.
Eles nunca estiveram juntos mas, ela jura amor eterno a ele na minha frente a cada 5 minutos, e o xinga muito quando ele some, o que é determinante para garantir a sinceridade das juras.
O que a deixa intrigada é sua cunhada robô, que nada diz além de, Oi, Não!, Ainda não, Não sabemos, Tudo bem, Tchau, Quando ela telefona pra saber dele. Cá pra nós, o comportamento deste ser de vocabulário reduzido e constante desânimo merecia um artigo próprio....
Ele comprou um notebook e um Tim chip pra falar com ela no meio do nada, ela me fez rodar o comércio todo atrás da roupa ideal pra o primeiro encontro E agora ele some?
Com base nesta síntese, vamos a algumas hipóteses do que pode ter havido com o gajo
Será que ele morreu? E foi jogado à vala como indigente por alguém que utilizaria seus documentos para fins escusos?
Ou pode ter sido alvo de alguns imprevistos corriqueiros do tipo: a bela campos do Jordão onde ele estaria deve estar sem internet, sem energia pra carregar o celular, os orelhões teriam sido destruídos por alguma espécie de praga generalizada, acontece! Porquê não? Quem sabe se não passou um furacão por lá.
Tudo isso para maquiar a realidade de que talvez ele seja um idiota e não macho o suficiente pra dizer a ela que acabou. Não é ridículo? As pessoas preferem se esconder atrás de mil subterfúgios, ao invés de assumirem explicitamente um sentimento ou a falta dele. Como já dito em postagens anteriores, o que a massa não sabe, é que dá muito mais trabalho mentir e se manter escondido do que ser genuíno, simples, verdadeiro. Conclusão: é incauto e absurdo optar pelas complicações decorrentes da mentira ao invés da praticidade que há em ser real....

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Retorno em foco

Bem-vindos!
A maior parte do tempo me considero o mais sentimental dos seres, a última romântica, quando estou assim vejo declaração de amor em tudo. Mas, contra a luz, não sou tão sensível assim; O que eu chamo de sentimento, de fato não passa de uma gama de conceitos nunca experimentados do que eu julgo salutar;
Na verdade sou auto-suficiente o bastante pra deixar o certo pelo incerto, fazer a escolha errada e não me arrepender.
Eu nunca me arrependo, o que não quer dizer que eu esteja sempre certa; nunca perco a compostura, mesmo diante do que considero irresistível; Sempre penso um minuto a frente de um ato impulsivo e concluo que, seja o momento bom o quanto for, não vale a pena decepcionar gente que confia em mim.
Bom, há alguns anos aprendi que emoções são prejudiciais, nos levam ao inconstante e devem ser evitadas. Ignorei esta tese por um tempo, deixei a parte instável de mim comandar; Não foi de tudo ruim, mas, preciso voltar, por assim dizer, ao lado negro da força, Onde controlo e gerencio expressamente cada devaneio antes que este seja capaz de me provocar alguma reação adversa. Eu fazia isso aos 15 anos, tenho que reaprender...
Vou tornar a mim; Ver a tristeza das coisas com escárnio, aparar as arestas e tentar sorrir de verdade de novo, ainda que me custe o sono de alguém.
“Eu que não amo você, envelheci Dez anos ou mais neste último mês”! Welcome, iron lady

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Friends

“Eu quero ter um milhão de amigos”...
Que petulância não? Até para sua magestade o rei do..... Desculpa
do que mesmo? Bom, não importa. O caso é que tive uma grata surpreza ontem, a qual quero compartir com vocês; Para tanto, vou expor aqui alguns fatos do meu cotidiano.
Sou uma mulher caseira; Só ponho o pé na rua se tiver um bom motivo pra isso, geralmente estudo ou trabalho, Digamos que as ruas e os nativos da pacata Tatuí não me são muito atrativos mas isso é assunto para um futuro papo...
O que ocorre, é que entre outras coisas, minha anti-socialidade opcional acaba levando a maça a se abster de um contato mais pessoal comigo.Com tudo, veio a bendita era digital e graças a ela, gente como eu, que nunca faz visita de cortesia nem conhece o vizinho, tem a chance de construir um círculo social.
Minas, Bahia,Distrito Federal, , Paraná, Rio, São Paulo, Rio Grande, Pará; Há umas três famílias em Tatuí que se importam comigo, mas, posso afirmar que tenho amigos de verdade nestes lugares; Amigos virtuais? Não. Amigos reais com quem eu faço contato virtual. Que ouvem minhas lamúrias e meus conselhos, riem comigo e me fazem rir, Quebram pau comigo também que é importante, mas, são mais necessários pra mim que qualquer um de meus muitos contatos presenciais, porém circunstanciais.
Nunca ter estado presencialmente na companhia destas pessoas não impede que se estabeleça uma relação de carinho, respeito e confiança mútuos, alguns deles desde o início de minha coexistência on line.
Por que estamos falando disso? Simples: Quero deixar registrado aqui, o quanto me comoveu a mobilização de meus amigos frente à TV ontem quando apareci pela primeira vez no Ídolos; Um momento Ímpar de minha batalha na música, que diga-se de passagem já se estende por mais de 10 anos, e que eles fizeram questão não só de testemunhar, mas, de reafirmar sua torcida por mim e confiança no meu trabalho.
Fui eliminada antes do que esperava, mas estar no Ídolos me rendeu muita coisa boa, das quais a mais recente foi a prova cabal do carinho de vocês, que vai muito além da virtualidade.
À aqueles que viveram este momento comigo, meus AMIGOS, fica o meu respeito, e o desejo de que Deus lhes retribua vezes mais tudo de bom que vocês me concedem, dia a dia. OBRIGADA, AMO-VOS!!!!!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Be Happy

Caros, boa noite.
Desde sempre ouvimos falar de felicidade, e de como todas as estirpes de pessoas, dos mais distintos modos a tem buscado. No entanto, há que se convir que tal caça gera desacertos que em sua esmagadora maioria, são irreversíveis.
Mesmo frente a esta constatação, e considerando o raciocínio mais aceito em nossos dias de que nada há senão cada instante e seu efeito, muitos, dão o seu máximo para propiciar a si mesmos ou a outrem momentos de riso.
Seja em frente à TV, subalimentando-se da bio alheia, gastando as falanges nos famigerados comunicadores on line, ou ainda, transcendendo limites: De velocidade, ingestão de Gordura Trans, cartão de crédito, vale tudo pra sentir-se feliz.
Sentir-se feliz, paradoxalmente, esse é o problema. Toda sensação, por melhor que seja, caracteriza-se entre outras coisas, por sua fugacidade; Logo, o fenecer de uma boa sensação nos remeterá à infelicidade, tão logo haja outra circunstância externa que nos leve a um bom estado novamente. Insuficiente. Pelo menos pra mim...
Certa feita, alguém especial me disse que existe um paralelo entre alegria e tristeza, felicidade e infelicidade; Sendo os dois primeiros estados de alma, e os dois seguintes estados de espírito. Considerando esta lógica, entendo que toda situação produzida a partir de circunstâncias exteriores, nos conduzem à alegria ou tristeza, que sendo condicionadas a um ambiente externo em constante variação, não são duráveis.
Eis nosso grande engano: Procurar pela felicidade como a um tesouro perdido, algo que nos virá tocando clarins e que apartará de nós todo o prenúncio de adversidade, quando a bem da verdade, a felicidade é e reside no que é simples. Creiam-me, dá muito mais trabalho ser infeliz e achar tudo um saco.
Pessoalmente, afirmo que, diferente da alegria, a felicidade é gerada a partir de circunstâncias interiores, e é sólida. Ser amado e compreendido pelos seus, ser verdadeiro com toda e qualquer pessoa que cruze o seu caminho, ser pego fazendo a coisa certa por quem já tentou te flagrar fazendo besteira, Ser fiel: Aos pais, ao cônjuge, mas, acima de tudo, ser fiel a Deus, conhecê-lo, conviver com Ele.
Eu lido todos os dias com limitações que não fazem parte da vida da maioria; Sofro ausências que às vezes parecem maiores do que eu seja capaz de suportar;, entretanto, Graças aos pré-requisitos que mencionei a pouco, posso olhar pra minha vida e cantar bem alto aquela Canção de Kirk Franklin que diz:
“I never knew
I could be so happy”!

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Pais E filhos

Bons dias!
hoje vou abordar aqui uma questão bem pessoal da qual eu não tenho nenhuma razão pra escrever Mas vou fazer, se o artigo ficar legal publico.
Muita gente me questiona sobre uma declaração que dou constantemente: “Não quero filhos”! Agora vamos a algumas razões pra não perpetuar a espécie.
A relação pais & filhos do meu ponto de vista é deveras complicada, visto que os filhos nunca se contentam com nada. Se privados querem liberdade, se livres querem libertinagem. Por outro lado os genitores, que até certa época da vida lhes garantem saúde, sustento e amor incondicional, lhes cobrarão pro resto dela conduta idêntica a sua, controle e opinião sobre decisões importantes e particulares, além de lhes conceder o fardo estra de nunca conseguir superar suas espectativas não importa quanto esforço se empreenda nisso.
Pessoas nascem crescem e morrem sugando outras: bebês sugam peito, crianças paciência, adolescentes dinheiro pro MP30 e filhos adultos sugam aposentadoria.
Pais exigem sempre mais: Se o rebento está na rua o querem em casa, se em casa o querem na cama, e ainda quando na cama o querem fora dela a tempo de ver o nascer do sol.
Filhos fazem vergonha no mercado, consomem TV computador e privacidade, além de exigirem ambiente estável pra crescerem fortes, inteligentes e saldáveis o bastante pra mandar os pais calarem a boca na frente da visita, se meterem em conversa alheia e gritar bastante com os seus que provavelmente farão pior. Pecimismo? Não! Realidade diminuída. A sociedade cada vez mais abandona o projeto inicial de irmãos em condições semelhantes buscando o bem comum, e se converte em maça desprovida de sentimento e cérebro se apressando ao despenhadeiro da
hipocrisia e crédito fácil... Não vale a pena dispensar tempo dinheiro e leite Nan em uma pessoa a mais; Nada contra quem Os tem aos montes, filho é uma benção, principalmente quando ele não é seu.
Há algum tempo atrás eu nutri esse objetivo, mas, atualmente, dada à exposição e instabilidade a que meu trabalho me submete realmente não seria lógico.
Enfim, ”somos a última geração que obedeceu aos pais e a primeira que obedece a filhos”. tarefa eterna, sacrifício desnecessário.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

D'homem!!!

Muitos se aventuram a escrever sobre as mulheres, seus desejos e desventuras. Destoando de tão difícil façanha, vou descrever como contemplo o sexo oposto, e como este me encanta.
Homens... Alguns possuem ingenuidade nos olhos e no falar, e a inocência com que enxergam a vida e as pessoas à sua volta me impele a olhá-los como mais frágeis do que parecem; velar e comprar seus sonhos, idéias, desejos cuidando de cada sonho como se fosse meu.
Alguns escondem toda nesga de sentimento na face mais inexpressiva, na fala mais impessoal, na lágrima mais oculta, Fazendo-me estudar freneticamente e quase que de modo involuntário cada palavra, cada gesto, cada riso em busca daquilo que realmente lhes povoa mente e coração.
Outros exibem seus sentimentos e busca por companhia a quem queira ver, e quase sempre sem experiência no amor e na vida, se atiram a olhares e gestos carinhosos, mas, nem sempre verdadeiros; Esses a gente põe no colo cura e solta e que nos tenham gratidão por toda a vida, mas, num lugar pra onde tenham ido sós, sarados e prudentes.
Finalmente há aqueles de muitas experiências, esses indecifráveis por natureza. Sabem o que querem, e só eles sabem; Autossuficientes, seguros, arrebatadores, avassaladores; arrancam-me o coração o sono e o sossego com alguma atenção ou quando a esperar por ela; E devo confessar que pra alguns exemplares dessa rara espécie eu já compus, escrevi, cantei e sonhei muito, dormindo ou não, entre suas saídas repentinas e chegadas imprevisíveis.....
Cada um do seu jeito, todos possuem um universo em si; uma suculenta mistura de encanto e ferocidade, unicidade e soberania.
Perfumando meus dias, dando vida as minhas canções, HOMEM; Verdadeiramente a glória de seu criador.