Ben-vindos!
Já fui a noiva apaixonada, já fiquei sem ação ante a um amor platônico; Já acordei sem fôlego por um sonho bom, já chorei ouvindo “Here Without You”; Normal de mais, humana de mais.
Sou uma mulher diligente em fazer o que é politicamente correto e não decepcionar quem acredita em mim, o que lamentavelmente não impede que isso aconteça. Tenho vivido emoções indescritíveis e aprendido mais sobre o amor, que diga-se de passagem, é um dom que quanto mais se me apresenta, muito mais me encanta, tornando-se essência de mim. Inexoravelmente, amo por que vivo, e vivo por que amo.
Creio que uma das coisas que torna a vida mais instigante é o privilégio da descoberta. Desde quando você tem 8 meses e saca que juntar as mãozinhas produz ruído e faz a mamãe sorrir, passando pela descoberta da locomoção, do beijo, e por fim, a busca pela auto-compreensão para uma possível compreensão alheia; Indubitavelmente, descobrir transforma, enriquece e revoluciona...
Mudam-se meus conceitos à velocidade da luz: ao que era rabi agora chamo fariseu, o que era sonho virou projeto e o que foi paixão tornou-se nada além de razão de nostalgia. Porque conceitos são utópicos, logo, vãos e relativos.
Pessoas têm marcado a minha história ao longo dos anos, e meu desejo é que assim se faça por todos os próximos; Para que, tal como aprendi que o amor ágape pode ser tão intenso e concentrado quanto a mais ardente paixão, venham munidas de novas descobertas, que me enobreçam e ajudem a fortificar os alicerces: Da fé, da esperança e do amor; De cujos quais, de fato, o maior é o amor.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
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