Chove na cidade, onde o som é mais Brasil. E por cima dessa cama de pardal e água que ouço, quero deitar meu último escrito do velho 11.
Um período de muita vontade, som e movimento intenso do lado de dentro da força!
Meu bom e velho coração, na pancadaria de sempre... Pra bombear meu sangue, pra suster meus vícios, abrigando meu guia e gingando a velha saudade.
Ano bom, trouxe um segredo em cada mês. Vai, mas, deixa o gosto de ter sido vivido como eu gosto. No palco, no gargarejo, no altar ou no master class. Fazendo o que eu gosto: Cantando, tocando o piano e os espíritos das pessoas, acompanhando seus sonhos pra onde bem queiram ir, como um fundo musical por trás do pensamento.
Sempre do mesmo lado do Reino, trabalhando por ele, bem pastoreada como nunca, E tendo o privilégio de voltar todos os dias, de onde quer que seja, pro abrigo do meu lar de verdade: Cada vez melhor, mais nosso, mais único.
E que venha o novo ano. Se possível em Si bemol. Trazendo mais bênçãos, mais música, trazendo pra mais perto a luz de pessoas especiais. Minha família, meus pastores, meus amigos, meus professores. A construir e lapidar essa que aqui escreve. Hoje sem firulas, as mais coloquiais considerações de um grato coração, ao meu querido autor do melhor concerto de todos: A vida.
sábado, 31 de dezembro de 2011
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