Fala povo!
Atendendo ao clamor súbito de uma amiga em desespero, vou contar-lhes seu triste caso e propor uma reflexão.
É simples: O namorado dela sumiu! Creiam-me, o “garoto” com quem a referida se relaciona há quase 2 meses desapareceu. Ele é um tipo coroa inteligente (UI), pouco mais velho que ela, aliás, não tão pouco assim, eles se conheceram virtualmente e se apaixonaram; Estava indo tudo a mil, 10:00 horas de celular por dia e eu quase podia ver a radioatividade emanando das orelhas da coitada, até que, entre um acorde e outro da sinfonia consonante que os 2 vinham compondo ao longo da vida, ele lhe dissera que precisava viajar, e assim se deu.
Eles nunca estiveram juntos mas, ela jura amor eterno a ele na minha frente a cada 5 minutos, e o xinga muito quando ele some, o que é determinante para garantir a sinceridade das juras.
O que a deixa intrigada é sua cunhada robô, que nada diz além de, Oi, Não!, Ainda não, Não sabemos, Tudo bem, Tchau, Quando ela telefona pra saber dele. Cá pra nós, o comportamento deste ser de vocabulário reduzido e constante desânimo merecia um artigo próprio....
Ele comprou um notebook e um Tim chip pra falar com ela no meio do nada, ela me fez rodar o comércio todo atrás da roupa ideal pra o primeiro encontro E agora ele some?
Com base nesta síntese, vamos a algumas hipóteses do que pode ter havido com o gajo
Será que ele morreu? E foi jogado à vala como indigente por alguém que utilizaria seus documentos para fins escusos?
Ou pode ter sido alvo de alguns imprevistos corriqueiros do tipo: a bela campos do Jordão onde ele estaria deve estar sem internet, sem energia pra carregar o celular, os orelhões teriam sido destruídos por alguma espécie de praga generalizada, acontece! Porquê não? Quem sabe se não passou um furacão por lá.
Tudo isso para maquiar a realidade de que talvez ele seja um idiota e não macho o suficiente pra dizer a ela que acabou. Não é ridículo? As pessoas preferem se esconder atrás de mil subterfúgios, ao invés de assumirem explicitamente um sentimento ou a falta dele. Como já dito em postagens anteriores, o que a massa não sabe, é que dá muito mais trabalho mentir e se manter escondido do que ser genuíno, simples, verdadeiro. Conclusão: é incauto e absurdo optar pelas complicações decorrentes da mentira ao invés da praticidade que há em ser real....
terça-feira, 6 de julho de 2010
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4 comentários:
Oi, guria, to eu aqui de novo. Parece que virei frequentadora assídua do teu blog, tamanho é o prazer de ler suas postagens. Você tem talento pra cativar o leitor e não dá a ele nenhuma chance de desistir da leitura no meio do caminho. ahahah Só lamento por essa história ser verdadeira e ter alguém sofrendo. Beijos!
vc conseguiu tornar algo trágico em cômico...
Viva a ironia da mayara!!! :)
Oieee!
Concordo em gênero, número e grau com o que foi escrito a cima, não tem como parar a leitura na metade quando se trata de algo escrito por você.
Só lamento da história terminar assim. Sempre digo que tudo tem que ser com os pés no chão!
Seja um relacionamento em que o fulano(a) se faz presente todos os dias ou através de meios de comunicação (tel, net, etc).
Estamos sujeitos a encontrar pilantras como esse citado na história a cima, isso seja virtualmente como também pessoalmente. O segredo é ficar atento e como ja dito, andar com os pés no chão para não quebrar a cara.
Olá Mayara, grande post.
Aí está uma questão complicada. Esses lances virtuais.
Vamos torcer para que o fulano esteja bem, reflita e procure sua desolada conquistada. Definitivamente ela não deve estar bem. Curtir perdas inexplicáveis é um porre!
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